 |
|
|
A Dívida Pública Federal (DPF) teve leve queda em junho, de 0,12% em termos nominais, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda. A dívida recuou de R$ 1,614 trilhão em maio, para R$ 1,612 trilhão em junho. A DPF representa a soma do endividamento público interno e externo, em reais. Segundo a secretaria, a variação deveu-se ao resgate líquido de R$ 15,84 bilhões, compensado, em parte, pela apropriação positiva de juros, no valor de R$ 13,83 bilhões. O resgate líquido ocorre quando o Tesouro vende (emite) menos papéis do que o volume de títulos que estão vencendo. Considerando as operações de swap cambial, a parcela da dívida atrelada à taxa pós-fixada Selic somou R$ 509,09 bilhões em junho, ou 33,57% do total do endividamento. Esse percentual é inferior ao do mês anterior, quando as dívidas corrigidas pela Selic representavam 35,70% do total. Os papéis prefixados passaram do equivalente a 33,65% para 35,27% do total, correspondendo a R$ 534,8 bilhões. A parcela de títulos públicos federais atrelada a índices de preços verificou alta na composição do total, saindo de 28,93% em maio para 29,46%, ou R$ 446,73 bilhões, em junho. Pelos dados do Tesouro, o governo encerrou o mês passado devedor em dólar, no equivalente a R$ 10,02 bilhões, com a posição passiva dessa fatia equivalente a 0,66% do estoque da dívida mobiliária federal interna. Em maio, a dívida em dólar era de R$ 10,08 bilhões. A dívida pública interna diminuiu 0,2% em junho sobre maio, para R$ 1,517 trilhão. Já a dívida externa apresentou alta de 1,11% em relação ao mês anterior, passando de R$ 94,85 bilhões para R$ 95,9 bilhões (US$ 53,24 bilhões).
Com informações do Valor Online e da Reuters
|